Quando éramos pequenos, tínhamos a imagem da vida como um eterno colorido; Um desenho animado onde éramos os protagonistas. Morávamos no Castelo, e lá, podíamos fazer de tudo, até comer chocolate antes do almoço.
Tínhamos o sorriso no rosto por correr sem direção, e chorávamos por motivos simples como o de machucar o dedo midinho em uma das batidas de porta do quarto... Que dilema era o nosso!
Mas olhe para nós... Hoje.
Crescemos em tamanho, e por causa do tamanho chegamos até a pensar sermos fortes o bastante para vencermos as lutas da vida.
Não choramos na frente dos outros... Afinal, não somos fracos, não baixamos a guarda diante dos adversários, e nos controlamos para não sair correndo pelo meio da rua, em busca de liberdade, só para não ser taxado de loucos!
Mas basta um sonho ruim, um pesadelinho de nada, que corremos pras nossas casas e nos cobrimos com o cobertor na falsa ilusão que iremos ser protegidos... Mas o que abriga todo esse medo... É apenas o desejo de corrermos pra cama de nossos pais e nos aquecermos entre os dois, na espera pelo novo dia.
No fundo, ainda não crescemos. Somos crianças, tão ingênuas, tão inofensivas e frágeis quanto antes.
Nos abrigamos na máscara de um super-herói, mas não passamos de um Super... Humano.
Desabafo de um Insano
Esses últimos meses vêm sendo perturbadores para mim. Por mais que a calmaria já esteja sendo avistada, posso dizer que foram terríveis.
Claro que não irei detalhar o que de fato aconteceu, mas pensando nisso tudo e tentando me abrigar no desespero de uma pessoa, escrevi uma canção chamada "Desabafo de Um Insano".
Quando o desespero beira a insanidade, e a insanidade por si só pede socorro... E no fim só o que resta é a impotência e a fé Naquele que pode tudo: Deus.
"... Pois quando estou fraco é aí que sou forte. (...) Porque o poder de Deus se aperfeiçoa na minha fraqueza" Paulo - Coríntios (Esqueci o capítulo e o versículo)
O que me fascina na música é que ela é subjetiva, mas ao mesmo tempo coletiva.
Eu posso ter escrito essa letra em um momento angustiante de minha vida, mas você pode recebê-la de outra maneira. O esplendor da música é esse: agir no individual do coletivo.
Desabafo de um Insano
Eu não sei
O que está acontecendo
Minha mente está confusa
E ninguém está me entendendo.
Eu procuro por alguém
Que entenda o meu dilema
Não dá mais pra esconder
Eu só quero paciência
Quero desabafar (4x)
Vago pelas ruas
Á espera de um milagre
Por favor não feche a porta
Me dê solidariedade
Grito para os montes
Num sinal de insanidade
Meu Senhor, se estás me ouvindo
Vê minha precariedade
Quero desabafar (2x)
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Música
"Eu rabisco o sol que a chuva apagou..."
Hoje acordei com uma vontade de viver!
Não sei se isso é comum, mas abri a janela e vi aquele sol forte queimando minha pele, contrastando o amarelo com o azul do céu.
Comecei a escutar algumas músicas aqui nos meus arquivos e fiquei ouvindo uma música secular chamada Giz - Legião Urbana. Parei, e pensei.
O estranho é que a letra falava basicamente sobre isso, mas de forma antônima... Quando em dia de chuva queremos rabiscar o sol.
Fique a matutar: Será que minha alegria depende do clima, depende se o sol vai ou não brilhar?
Sempre temos a ideia de felicidade assim: os dias claros, azuis e bonitos, onde os pássaros cantam e você corre entre as flores enquanto sente na pele o queimor do sol amarelo.
Mas o que dizer dos dias de chuva?
Quando não há um sol amarelo queimando sua pele, quando o azul do céu converte-se para o cinza e parece até que os pássaros se escondem? Porque escolhemos ficar em casa, enrolados no cobertor tomando sorvete e escutando alguma balada triste?
Aprendi lendo o livro "Uma Vida Com Propósitos" - Rick Warren, que Deus nos faz amadurecer certas atitudes quando o momento quer que façamos o contrário. E essa música me confirmou esse pensamento.
A felicidade de verdade não é aquela que depende de uma sexta-feira bonita, cheia de vida, recheada por momentos bons. Não. É bem mais do que isso. Ser feliz é rabiscar o sol que a chuva apagou. Recomeçar, sorrir em meio aos tempos chuvosos da vida.
É abrir a janela e vê um vendaval, mas mesmo assim respirar aliviado e perceber que há beleza até nos momentos que "não são bonitos".
Ser feliz é viver os dois lados da existência: o denotativo e o conotativo com excelência. Posso estar feliz enquanto realmente chove, e posso ficar angustiado em um dia ensolarado.
Não depende de climas... Nem de momentos...
Ser feliz é a motivação de se levantar da cama e se dizer um vencedor só por estar existindo. Porque essa é a maior prova de amor que Deus nos deu: viver!
É tentar sorrir em todos os tempos, voar nas asas dos sonhos sem tirar os pés do chão.
Definitivamente, é rabiscar o sol que a chuva apagou.
Não sei se isso é comum, mas abri a janela e vi aquele sol forte queimando minha pele, contrastando o amarelo com o azul do céu.
Comecei a escutar algumas músicas aqui nos meus arquivos e fiquei ouvindo uma música secular chamada Giz - Legião Urbana. Parei, e pensei.
O estranho é que a letra falava basicamente sobre isso, mas de forma antônima... Quando em dia de chuva queremos rabiscar o sol.
Fique a matutar: Será que minha alegria depende do clima, depende se o sol vai ou não brilhar?
Sempre temos a ideia de felicidade assim: os dias claros, azuis e bonitos, onde os pássaros cantam e você corre entre as flores enquanto sente na pele o queimor do sol amarelo.
Mas o que dizer dos dias de chuva?
Quando não há um sol amarelo queimando sua pele, quando o azul do céu converte-se para o cinza e parece até que os pássaros se escondem? Porque escolhemos ficar em casa, enrolados no cobertor tomando sorvete e escutando alguma balada triste?
Aprendi lendo o livro "Uma Vida Com Propósitos" - Rick Warren, que Deus nos faz amadurecer certas atitudes quando o momento quer que façamos o contrário. E essa música me confirmou esse pensamento.
A felicidade de verdade não é aquela que depende de uma sexta-feira bonita, cheia de vida, recheada por momentos bons. Não. É bem mais do que isso. Ser feliz é rabiscar o sol que a chuva apagou. Recomeçar, sorrir em meio aos tempos chuvosos da vida.
É abrir a janela e vê um vendaval, mas mesmo assim respirar aliviado e perceber que há beleza até nos momentos que "não são bonitos".
Ser feliz é viver os dois lados da existência: o denotativo e o conotativo com excelência. Posso estar feliz enquanto realmente chove, e posso ficar angustiado em um dia ensolarado.
Não depende de climas... Nem de momentos...
Ser feliz é a motivação de se levantar da cama e se dizer um vencedor só por estar existindo. Porque essa é a maior prova de amor que Deus nos deu: viver!
É tentar sorrir em todos os tempos, voar nas asas dos sonhos sem tirar os pés do chão.
Definitivamente, é rabiscar o sol que a chuva apagou.
A síndrome dos "Donos da Verdade"
Não é porque eu gosto de MPB e ele de axé que o o estilo dele é pior do que o meu. Já ouvi alguém se autodenominar "MpbFóbico" (se é que existe essa modalidade) e preferir Justin Bieber e afins... Mas olhemos para o mundo agora; o que ganhamos discutindo música, futebol, religião?
Vejo guerras em ascenção por discordância de ideias. Sejamos racionais não animais... Tudo isso é vaidade!
Você que se diz "dono da verdade" não é mais um na multidão. Porque acredito na idéia de que todos somos relativos... Bem mais que isso: somos vulneráveis. Você pode se dizer contra a opressão de poder, mas quando se vê diante de uma situação onde tem todo o domínio, oprime os seus encarregados.
E agora? Onde mora sua verdade absoluta?
Na vida somos como um copo meio vazio, meio cheio... Por mais que queiramos ser, sempre nos está faltanto algo, e isso se mostra a cada passo que fracassamos ou vencemos.
Por isso sou a favor do respeito.
Não acredito em diferenças, acredito em diversidade. Posso ser contra sua opção sexual, sua crença, e até mesmo seu time de futebol, mas venhamos e convenhamos: de que isso importa no final?
Deus é quem nos julga, e enquanto esse dia não chega, ficarei por aqui mesmo, fazendo a minha parte e tentando entender seu mundo...
Porque por mais que o que eu acredito seja verdade, o sol continua nascendo pra todos na infinita misericórdia de Deus. Tanto para bons ou maus.
Então deixemos de brigar por besteiras, ou de nos autedenominarmos "donos da verdade"... Em qualquer dia desses você pode ser pego em contradição, e com isso se tornar um hipócrita.
Com isso confirmo o pensamento que todos nós somos vulneráveis... Podemos dizer uma coisa hoje e amanhã contradizermos com nossos atos.
E porque você acha que tem tantas guerras por aí?
Não adianta gritar por paz no mundo, se você não é pacífico, e até chega a ser extremista em suas ideias.
Fica a dica!
"A vida as vezes é tão simples, nós que a complicamos."
Vejo guerras em ascenção por discordância de ideias. Sejamos racionais não animais... Tudo isso é vaidade!
Você que se diz "dono da verdade" não é mais um na multidão. Porque acredito na idéia de que todos somos relativos... Bem mais que isso: somos vulneráveis. Você pode se dizer contra a opressão de poder, mas quando se vê diante de uma situação onde tem todo o domínio, oprime os seus encarregados.
E agora? Onde mora sua verdade absoluta?
Na vida somos como um copo meio vazio, meio cheio... Por mais que queiramos ser, sempre nos está faltanto algo, e isso se mostra a cada passo que fracassamos ou vencemos.
Por isso sou a favor do respeito.
Não acredito em diferenças, acredito em diversidade. Posso ser contra sua opção sexual, sua crença, e até mesmo seu time de futebol, mas venhamos e convenhamos: de que isso importa no final?
Deus é quem nos julga, e enquanto esse dia não chega, ficarei por aqui mesmo, fazendo a minha parte e tentando entender seu mundo...
Porque por mais que o que eu acredito seja verdade, o sol continua nascendo pra todos na infinita misericórdia de Deus. Tanto para bons ou maus.
Então deixemos de brigar por besteiras, ou de nos autedenominarmos "donos da verdade"... Em qualquer dia desses você pode ser pego em contradição, e com isso se tornar um hipócrita.
Com isso confirmo o pensamento que todos nós somos vulneráveis... Podemos dizer uma coisa hoje e amanhã contradizermos com nossos atos.
E porque você acha que tem tantas guerras por aí?
Não adianta gritar por paz no mundo, se você não é pacífico, e até chega a ser extremista em suas ideias.
Fica a dica!
"A vida as vezes é tão simples, nós que a complicamos."
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Pensamentos
...
Trecho do Livro "Ponte de Dezembro" que estou escrevendo. Espero que gostem.
"Desespero. O ápice das emoções escassas. Quando todas as forças se vão e só que resta é o choro, a raiva, a indignação por não se ter um sentimento mais nobre naquele momento angustiante, por não se ter mais forças para se levantar, indignação por se estar desesperado.
É assim que me sinto nesse momento.
No ápice de minhas emoções escassas,
Decido escrever um livro.
Não reclame por favor, no momento é tudo o que tenho."
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Pensamentos
Alá João Alexandre...
Hoje ao acordar tentei procurar alguma música que me inspirasse para postar algo aqui. Me decepcionei por não encontrar nos meus arquivos. E então corri para o socorro dos internautas afim de música (Não, não o Google), mas a Rádio Online - > Kboing. Procurei um conhecido meu (Não pessoalmente, claro) chamado João Alexandre. Um dos mais renomados cantores e porque não poetas brasileiros no conceito de música gospel.
A música que irei postar chama-se "É Proibido Pensar" e fala de forma nua e crua, com sutileza e sinceridade, o que aprecio como sabem, sobre as diferenças entre o Gospel e o Evangelho genuíno, que infelizmente vem perdendo espaço e dando lugar as heresias das pregações de hoje, as hipocrisias cantadas como uma "mera repetição" (Como diz João nesta música) em cada domingo santo nas igrejas desse Brasil.
Mas do que música (como eu comentei no post O Gospel e o Perigo da Super-Exposição ) João abrange temas como: a igreja como um palco de comércio, e o pastor (cantor, ministro, todo mundo hoje é pastor!) como um ditador de regras que procura beneficiar a si próprio escravizando "fiéis" leigos da Palavra de Deus.
Sem mais delongas vamos a música. Aperte o play.
A música que irei postar chama-se "É Proibido Pensar" e fala de forma nua e crua, com sutileza e sinceridade, o que aprecio como sabem, sobre as diferenças entre o Gospel e o Evangelho genuíno, que infelizmente vem perdendo espaço e dando lugar as heresias das pregações de hoje, as hipocrisias cantadas como uma "mera repetição" (Como diz João nesta música) em cada domingo santo nas igrejas desse Brasil.
Mas do que música (como eu comentei no post O Gospel e o Perigo da Super-Exposição ) João abrange temas como: a igreja como um palco de comércio, e o pastor (cantor, ministro, todo mundo hoje é pastor!) como um ditador de regras que procura beneficiar a si próprio escravizando "fiéis" leigos da Palavra de Deus.
Sem mais delongas vamos a música. Aperte o play.
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Música,
Pensamentos
Só foi um sonho ruim...
Há momentos em nossa vida em que tudo parece incerto, desconexo. Um pesadelo eterno e interno que na maioria das vezes nem se é eterno, porém se é intenso.
São momentos angustiantes que nos param o tempo, nos tapam os olhos e ouvidos; momentos que perseguem nosso intelecto, e nos dão insônia remota em madrugadas imaginárias... Ou quem sabe madrugadas reais.
Pois é... Acredito que todos já passaram por isso. E se você já passou por isso, tem que admitir que se é um momento horrível.
Mas não é de se admirar que se ha dias e dias... De repente você amanhece e respira aliviado, vem aquela sensação de que tudo não passou de um sonho ruim, e que nada daquilo aconteceu de fato (ou se eternizou). É nessas horas que temos a convicção de que tudo passa na vida, já nos dizia o sábio Salomão em Eclesiastes e que realmente há momentos ruins, mas existem os bons.
O fato é que nós seres humanos temos essa mania chata de eternizar um prazo curto, e de complicar o que é simples. Claro que não é tão simples passar por um momento difícil, mas sempre é bom estar com esse pensamento: de que tudo vai passar.
Se pararmos e analisarmos, Deus é sábio quando nos permite isso. A cada tropeço temos uma chance para levantarmos e não cairmos de novo. Certo que essa frase é muito usada (Detesto clichê!) todavia pesadelos reais sãos oportunidades de um novo aprendizado, ou simplesmente nos servem para o exercício de acordarmos e dizermos : Ufa! Só foi um sonho ruim.
São momentos angustiantes que nos param o tempo, nos tapam os olhos e ouvidos; momentos que perseguem nosso intelecto, e nos dão insônia remota em madrugadas imaginárias... Ou quem sabe madrugadas reais.
Pois é... Acredito que todos já passaram por isso. E se você já passou por isso, tem que admitir que se é um momento horrível.
Mas não é de se admirar que se ha dias e dias... De repente você amanhece e respira aliviado, vem aquela sensação de que tudo não passou de um sonho ruim, e que nada daquilo aconteceu de fato (ou se eternizou). É nessas horas que temos a convicção de que tudo passa na vida, já nos dizia o sábio Salomão em Eclesiastes e que realmente há momentos ruins, mas existem os bons.
O fato é que nós seres humanos temos essa mania chata de eternizar um prazo curto, e de complicar o que é simples. Claro que não é tão simples passar por um momento difícil, mas sempre é bom estar com esse pensamento: de que tudo vai passar.
Se pararmos e analisarmos, Deus é sábio quando nos permite isso. A cada tropeço temos uma chance para levantarmos e não cairmos de novo. Certo que essa frase é muito usada (Detesto clichê!) todavia pesadelos reais sãos oportunidades de um novo aprendizado, ou simplesmente nos servem para o exercício de acordarmos e dizermos : Ufa! Só foi um sonho ruim.
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